Rafael Fabretti • Howli Agência
Esta é a história real de como Rafael Fabretti transformou uma agência de interior de São Paulo — que era basicamente uma galera que gostava de trabalhar com marketing — num negócio de verdade, com margem, com caixa e com liberdade.
Antes de entrar na Black, Rafael achava que tava indo bem. A agência tinha oito pessoas. Era uma das maiores da cidade — do interior de São Paulo, dentro da bolha local, isso já parecia uma big empresa.
Só que ele fazia um pouco de tudo. Design. Planejamento. Captação de vídeo. Visitava cliente. Vendia. Não tinha processo, não tinha meta. A meta era salário — e mesmo isso ele não conseguia garantir.
Os clientes vinham por indicação. Quando perdia um, ia atrás de outro. Sem estrutura. Sem previsibilidade. Se estourasse um cano, não tinha onde tirar dinheiro.
E o pior? Ele nem sabia que era possível ser diferente. Achava que toda agência era assim.
Rafael estava passando por uma transição societária — comprando a parte da sócia. De repente se via sozinho à frente de tudo. Sem saber como os clientes iam reagir. Sem saber o que ia acontecer.
Foi nesse momento que ele tomou a decisão de buscar ajuda de quem já tinha traçado esse caminho. Entrou na Blackbox.
Não foi mágica. Foram decisões específicas nos três pilares que estruturam uma agência lucrativa de verdade.
Gestão
Antes da Black, Rafael fazia design, planejamento, captação de vídeo, visita de cliente e vendas — tudo ao mesmo tempo. Achava que era assim que funcionava.O primeiro ajuste foi de visão: entender que o papel do dono não é estar dentro de todos os processos. É olhar pro negócio de fora. Passou a contratar pessoas especializadas com nível de consciência maior, em vez de volume de júniors sem liderança.
Lucro • Empacotamento
Rafael não foi buscar um mercado novo. Ele olhou pra dentro de casa. Já atendia clientes do ramo food que tinham um problema com iFood que ninguém resolvia. Em quatro meses dentro da Black, criou um produto nichado de otimização de cardápio para iFood. Em três meses: trinta novos clientes. Quando percebeu que o ticket era baixo e o volume insustentável, desativou os vinte clientes do nicho do dia para a noite. Sem enrolação.
"A gente testou. Ganhou dinheiro. Entendeu. E voltou." Isso é o que separa um operador de um empresário.
Lucro • Success fee
Dentro de um cliente que a House já atendia — uma farmácia com 35 anos de existência — Rafael identificou uma oportunidade de e-commerce que o cliente não estava enxergando.Em seis meses, dobrou o faturamento da farmácia — algo que não tinha acontecido em três décadas. Com esse resultado, negociou um percentual sobre as vendas do e-commerce. O cliente topou na hora — porque entendeu que a agência agora estava no mesmo jogo.Hoje a House está indo para a sétima farmácia com esse modelo. Contratos em Rondonópolis, Vitória da Conquista. Um nicho inteiro que surgiu de dentro de casa.
Quando Rafael entrou na Black, o filho tinha menos de três anos. E ele mal estava presente. Vivia no negócio. Sem tempo, sem saúde, sem margem de segurança. O médico falou na frente da esposa: 'Se você continuar nessa levada, não vai ver seu filho crescer. Pressão alta, diabetes, gordura no fígado, 35 kg acima do peso.
Rafael abre o jogo sobre os números reais, os erros que cometeu duas vezes, como criou o modelo de success fee com a farmácia e o que ele diria para si mesmo dois anos atrás.
Se você se viu em algum momento dessa história — na falta de pró-labore, na dependência de indicação, no dono que faz tudo — a gente precisa conversar.
Esses são apenas alguns dos membros da comunidade.
Então você provavelmente está num ponto onde uma conversa pode mudar o rumo do próximo ano da sua agência. Não estamos aqui para vender agora — estamos aqui para entender o seu cenário.